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Rsync – Sincronização em servidores Windows utilizando da ferramenta Unix rsync

POSTE SENDO FEITO. 30% PRONTO.

Rsync

como o nome sugere, é um programa que sincroniza remotamente os dados entre duas máquinas. Por ser baseado no antigo rcp (remote copy), o software herdou as propriedades de criptografia do protocolo SSH, o que torna sua transmissão de dados mais segura que o FTP.

Além das propriedades de segurança, o rsync utiliza o protocolo remote-update, o que aumenta assustadoramente sua velocidade e diminui a quantidade de dados transferidos, pois são trocados entre os servidores somente as diferenças entre dois grupos de arquivos.

Voltando ao nosso estudo de caso introdutório, se alteramos uma dúzia de arquivos numa porção de centenas, ao executar um rsync do seu desktop para o servidor, somente os arquivos alterados serão enviados por upload e você ainda não corre o risco de algum espertinho utilizando um sniffer1 na rede capturar sua senha de FTP em plain text.

1 – sniffer é um tipo de software utilizado para capturar pacotes que trafegam pela sua rede.

Resumindo, existem pelo menos quatro situações onde o rsync pode te ajudar:
copiando (ou sincronizando) arquivos entre dois diretórios locais;
copiando (ou sincronizando) arquivos de sua máquina local para um servidor remoto;
copiando (ou sincronizando) arquivos de um servidor remoto para sua máquina local;
listando os arquivos de um diretório no servidor remoto (como um “remote ls”).

OPÇÕES

-c
Checa se o arquivo foi copiado corretamente usando o cheksum.

-a
Faz o rsync agir em todos os arquivos, de modo recursivo, copia links, mantêm as permissões, hora de alteração e o dono do arquivo.

-H
Preserva os hardlinks.

-n
realiza uma varredura sem alterações.

-T
Especifica um diretório para criação de arquivos temporários.

-h
mostra números legíveis para seres humanos, conta com a opções –progress para mostrar as estatísticas de transferência.

-u
Atualiza os arquivos já existentes, o que causa uma grande economia de tempo!

-r
Trabalha em modo recursivo

-d
Não trabalha em modo recursivo

-4
Preferência para IPV4

-6
Preferência para IPV6

Iremos criar um script de agendamento baseado em rsync.
Nossas transferência irão consistir em um mapeamento windows de outro servidor para um diretório local.

Basicamente o comando será:
rsync -vuh –recursive –delete “/cygdrive/o/” “/cygdrive/c/inetpub/wwwroot/”

Alterando a senha do SYSDBA no Firebird (masterkey)

Abra o prompt de comando do windows e navegue até o diretório bin da pasta de instalação do seu firebird server. No meu caso, o mesmo está instalado em “C:\Arquivos de programas\Firebird\Firebird_1_5”, neste caso utilizarei o seguinte comando no prompt de comando para navegar até a pasta:

cd “C:\Arquivos de programas\Firebird\Firebird_1_5\bin”

Nesta pasta, temos alguns utilitários do Firebird para administração do servidor. Dentre eles temos o gsec que é quem utilizaremos para alterar a senha do usuário SYSDBA.

Para isso, ainda no prompt de comando, vamos logar no gsec, através da seguinte linha de comando:

gsec -user sysdba -password masterkey

Com este comando, vamos logar no gsec. Após logar, basta executarmos mais uma linha para alterar a senha do SYSDBA. Para isso digite o comando abaixo:

modify sysdba -pw newpasswd

Leia mais em: Alterando a senha do SYSDBA no Firebird http://www.devmedia.com.br/alterando-a-senha-do-sysdba-no-firebird/17061#ixzz2X9UFXUgu

Reparando e restaurando base Interbase/Firebird

O Interbase possui dois modos de escrita:

Síncrona e Assíncrona

Síncrona – Dados são gravados em disco imediatamente.

Assíncrona – É a escrita considerada “cuidadosa”, pois os dados são gravados assim que a transação for commitada. A desvantagem é que em ambiente de trabalho windows, estas instruções são ignoradas, uma vez que o próprio sistema operacional controla estas tarefas. Em sistemas como Linux e/ou Unix, este tipo de escrita funciona muito bem.

A vantagem deste tipo de escrita é a performance, uma vez que o sistema operacional irá gerenciar o cache de dados. Mas é preciso ter uma política muito boa de backup, para o caso de acontecer algum problema de corrupção.

Na versão 6 do Interbase, assíncrona é a escrita padrão.

Ajustando a escrita

gfix -write sync banco_de_dados.gdb
//ajusta em modo Síncrono

gfix -write async banco_de_dados.gdb
//ajusta em modo Assíncrono

Reparando o banco

Inicialmente, poderíamos utilizar vários programas para proceder com a recuperação do banco de dados, mas o próprio Interbase possui uma excelente ferramenta para isso.

Esta ferramenta é o GFIX que se encontra instalado no diretório BIN do banco de dados, e funciona em linha de comando no Prompt do MS-DOS.

A primeira coisa a ser definida, para facilitar e muito o trabalho, é incluir variáveis de ambiente no sistema operacional, onde iremos definir usuário, senha e localização (path) do GFIX. Para tanto, inclua as linhas abaixo no arquivo AUTOEXEC.BAT e depois disso reiniciar o computador:

SET ISC_USER=SYSDBA
SET ISC_PASSWORD=masterkey
SET PATH=%PATH%;c:\arquiv~1\borland\interb~1\bin

Note que a variável SET PATH poderá mudar de acordo com o diretório de instalação do interbase.

Caso o sistema operacional seja o Windows 2000, Windows 2000 Server ou Windows XP, você poderá incluir estas variáveis na opção “Variáveis de Ambiente” nas Propriedades do Sistema (Painel de Controle)

Lembrando que, a deverá ser observada a condição de Case-Sensitive para usuário e senha.

1º Passo ( Cópia e Acesso )

Sempre utilize uma cópia do banco de dados corrompido, além de possuir acesso exclusivo ao mesmo.

Proceda então com uma cópia utilizando o próprio windows explorer ou o MS-DOS, ex:

copy banco.gdb copia.gdb

2º Passo ( Verificar )

Verifique se o banco de dados realmente se encontra corrompido utilizando o seguinte comando:

gfix -v -full banco_de_dados.gdb

Caso o comando tenha indicado algum tipo de problema, aí sim iremos começar as rotinas de reparo do banco a seguir.

3º Passo ( Reparar )

gfix -mend -full -ignore banco_de_dados.gdb

Após este procedimento, deveremos novamente verificar se o banco foi reparado, utilizando o comando do 2º Passo. Caso ainda assim o banco continue apresentando erros, o próximo passo será efetuar um backup completo e depois restaurá-lo conforme descrito adiante.

Backup do Banco de Dados

Da mesma maneira como utilizamos o GFIX do Interbase, poderemos utilizar o utilitário de backup, o GBAK, que também se encontra instalado no diretório Bin do Interbase / Firebird e funciona em linha de comando. Veja alguns comandos descritos abaixo:

gbak -backup -v -ignore banco_de_dados.gdb arquivo_de_backup.gbk

Este é o comando em sua forma mais simples. Caso houver necessidade, por falhas no procedimento, por exemplo, poderá optar em incluir outras opções, como descrito abaixo:

Ignorar o “garbage collection”.
gbak -backup -v -ignore -garbage banco_de_dados.gdb arquivo_de_backup.gbk

Ignorar transações em limbo:
gbak -backup -v -ignore -garbage -limbo banco_de_dados.gdb arquivo_de_backup.gbk

Após proceder com o backup, poderemos agora finalmente tentar a restauração do mesmo, descartando informações danificadas, corrompidas, etc.

Restaurando o Banco de Dados

Para a restauração do banco, podemos continuar a utilizar o utilitário GBAK, conforme descrito abaixo:

Restauração básica:

gbak -create -v arquivo_de_backup.gbk novo_banco.gdb

Caso este procedimento relate erros, tente as seguitnes opções:

Não ativar indices durante a restauração:

gbak -create -v -inactive arquivo_de_backup.gbk novo_banco.gdb

Após a conclusão da restauração, você deverá ativar os índices manualmente.

Restaurar uma tabela de cada vez:

gbak -create -v -one_at_time arquivo_de_backup.gbk novo_banco.gdb

Este procedimento fará com que cada tabela seja restaurada e em seguida commitada, portanto desta maneira você poderá conseguir ao menos restaurar uma parte do banco de dados.

Por: Felipe Olivaes

http://www.republicavirtual.com.br/blog/2007/08/20/reparando-e-restaurando-base-interbasefirebird/

Ponto a Ponto com spa3102 ou spa3000 para spa2100 ou pap2-T ou pap2-NA (pap2)

https://under-linux.org/showthread.php?t=142266

http://megadigitalimportados.blogspot.com.br/search/label/Tutoriais

Conteúdo retirado do site acima porem modificado para melhor funcionamento.

1 – No menu de voz Ativar o acesso via webbrowser pela porta WAN:

Enable/Disable WAN
Access to the
Web-based Utility
7932 –> numero do comando
Enable – Press 1.
Disable – Press 0.

Use this setting to enable or disable WAN access to the Web-based Utility. (This Utility lets you configure the Voice Gateway.)

Ligar dois ATAs Linksys – Ponto a Ponto sem registro SIP

As chamadas recebidas na linha PSTN SPA3000 PBX / toca o telefone ligado ao SPA2100.

O endereço IP do SPA3000 ou SPA3102 é: 192.168.1.10
O endereço IP do SPA2100 ou pap2 é: 192.168.1.11

Esses endereços são exemplos.
Substituí-las para qualquer endereço que você configurou seu para ATAs.
Esses Ips são para WAN.

SPA3000 ou SPA3102
“Admin Login” e “avançado”.

PSTN Line

Make Call Without Reg YES: Isso permite que sejam feitas chamadas sem estarem registradas para um registrador SIP.
Ans Call Without Reg YES: Isto permite a recepção de chamadas sem ser registrado.

Edite o Dial Plan 2: “(S0<:192.168.1.11>)”. ip do remoto SPA2100.

Isso configura uma linha que chama o ATA remoto utilizando o respectivo endereço IP na porta padrão do SIP de 5060.
É aconselhável utilizar Dial Plan 2 (ou qualquer número após isso)
“PSTN Ring Thru Line 1”
Se utilizar um telefone conectado a porta phone do SPA3100 e desejar que toque quando uma chamada é recebida através da PSTN, deixe-a como “YES”.

Se utilizar um telefone conectado a porta phone1 ou phone2 do SPA2100 remoto e desejar que toque quando uma chamada é recebida através da PSTN, deixe-a como “NO”.
Modificar PSTN Caller Default DP para 2, ou o Dial Plan selecionado na configuração anterior (neste caso 2). Evitar utilizar a posição Dial Plan 1.

“PSTN Answer Delay” mudar para zero.
Caso contrário, qualquer chamada recebida não serão transmitidas ao ATA remoto durante 16 segundos (como o valor padrão é 16).

Disconnect Tone: 425@-19,425@-19;5(0.25/0.25/1+2)

LINE 1

“Make Call without Reg” to “yes”.
“Ans Call Without Reg” to “yes”.

User 1

“Cfwd All Dest” to “gw0”. qualquer chamadas recebidas na linha VoIP gateway-0, que é o FXO conectado à PSTN.
Agora, quando o SPA2100 solicita o endereço IP deste 3000, ele é automaticamente encaminhado para a PSTN e do usuário remoto ouve o dialtone PSTN.

SPA2100 ou PAP2

Line 1

“Make Call Without Reg” to “yes”.
“Ans Call Without Reg” to “yes”.
“Enable IP Dialing” to “yes”.
Isso permite que o ATA para discar usando endereços IP ao invés de URIs SIP, que é ideal que deve ser usado.
Modifique o Dial Plan: “(S0<:192.168.1.10>)”. No caso o ip do SPA3100.
Isso configura o que é chamado de “linha direta”.
Assim, quando o telefone é retirado do gancho, ele disca automaticamente o número (ou endereço IP, neste caso) sem o usuário fazer qualquer coisa.
No exemplo, se conecta ao SPA3000 primeiro.

Spooler parando apos ser inicializado – Iniciar spooler … para spooler

Lembrando que o procedimento excluirá todas as impressoras sendo necessário posteriormente reinstala-las.

Interrompa o compartilhamento das suas impressoras
Delete as impressoras
Remova os drivers, entrando em impressoras, propriedades do servidor – guia drivers
Rode um programinha chamado cleanspl.exe disponivel no resource kit (opcional)
Abra o regedit e localize HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Print\Environments\Windows NT x86\Drivers
debaixo desta chave, há duas outras. Delete tudo abaixo destas duas chaves.
Reinicie o serviço de spooler
Delete tudo que estiver dentro de %systemroot%\system32\spool\printers\
Dentro do diretório %systemroot%\system32\spool\drivers\w32x86 existem outros dois diretórios. Delete tudo dentro destes diretórios
Reinicie o serviço de spooler

Caso suas impressoras sejam lexmark, estes passos talvez sejam necessários também:
No prompt de comando digite sc config spooler depend= RPCSS
Reinicie o serviço de spooler